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Edição 8


Apresentação desta Edição Especial Imprimir E-mail

Em outubro de 2013 a Sociedade Internacional para o Ensino de PLE, a SIPLE, realizou seu evento internacional em Salvador da Bahia e uma das mesas, justamente a de abertura, tratou do tema de políticas para o Ensino do Português para estrangeiros. Foi nessa ocasião que brotou a ideia de reunir artigos para um número especial da Revista SIPLE. É dessa tarefa que tratamos neste volume, depois de longo tempo para reunir autores, textos e revisores. A preparação de um número especial com produção em boa medida induzida não é empreendimento ligeiro, mas neste momento o apresentamos com grande alegria aos leitores e associados da Sociedade.

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Receber ou Implantar Políticas de Ensino de Línguas Imprimir E-mail

1.      Situando políticas de ensino de línguas

Interessam-nos aqui dois pontos: primeiro, a localização da área de Políticas de Ensino de Línguas na grande operação de ensino e aprendizagem de línguas reafirmando pressupostos, e, segundo, delinearmos uma minuta de política para orientar e inovar o ensino de línguas nas escolas brasileiras.  O quadro da instrução escolar de idiomas, vamos resumir, é preocupante, possui especificidades importantes e sofre, em boa medida, com os males da educação como um todo. Os desígnios de uma política de ensino de idiomas no país estão inscritos como uma das cinco dimensões em que se discutem a formação e atuação de professores e aprendizes no contexto escolar e universitário. São elas (1) o contorno e raízes de uma tradição espontânea na forma de uma cultura de ensinar e aprender idiomas, (2) o confronto da tradição de crenças e memórias com uma teoria relevante de ensino de línguas e de formação de professores, (3) a interpretação da história de ensino e aprendizagem de línguas no país, (4) a construção de um código de ética orientador da profissionalidade e suas práticas e, (5) a operação de uma política de ensino de línguas, esta última objeto específico deste trabalho. Vejamos no gráfico a seguir os fatores incidentes na formação de agentes e ensino-aprendizagem de línguas.

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Por uma Política de Implementação de Português Língua Estrangeira na Universidade Federal do Ceará Imprimir E-mail

Resumo

Este artigo tem por objetivo apresentar a trajetória da implementação de portuguesa língua estrangeira (PLE) na Universidade Federal do Ceará (UFC). Para isso, tratamos das iniciativas feitas e dos desafios encontrados ao longo das três últimas décadas. Os dados foram coletados em entrevistas realizadas e em questionários aplicados durante os semestres 2013-2 e 2014-1, na referida instituição. Mas também foi fundamental a pesquisa bibliográfica e documental para recuperar essa trajetória. Observamos que vêm acontecendo tentativas, há décadas, de ofertar PLE na UFC. Todavia, é preciso um investimento político da própria instituição e a regulamentação das ações professorais.

Palavras-chave: pesquisa, ensino e aprendizagem, Português língua estrangeira.

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Bilinguismo e o aprendizado do português no exterior: vantagens, desvantagens e mitos Imprimir E-mail

Resumo:

O artigo versa sobre os fenômenos do bilinguismo, multiliguismo ou multiculturalidade em relação aos resultados atuais das pesquisas científicas. De acordo com esses estudos o fenômeno do bilinguismo é visto como natural, enquanto o monolinguismo, como exceção. A situação da Língua Portuguesa aprendida no exterior será explicitada à luz desses resultados.

Abstract:This work studies concepts of biliguism, polyglosia or multilinguism related with recents cientifics results. According to this studies second language learning is a natural process whereas monolinguism has been seen as an exception. This article analyses for Portuguese as a Foreigner Language in relation of this results and of the multicultural environment.

Palavras-chaves: bilinguismo, multiculturalidade,Língua Portuguesa, língua estrangeira

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Política Portuguesa de Ensino de Português no Estrangeiro Imprimir E-mail

Resumo

A política portuguesa de PLE resulta da democratização e da adesão à União Europeia. De acordo com Constituição, esta política é composta por três áreas, tuteladas pelo Camões ICL. Com a integração europeia, todo o ensino de línguas da iniciativa do estado português ficou regido por um documento europeu.

Palavras-chave: política linguística, ensino de PLE, Portugal

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