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Edição 9


Apresentação Edição Especial SIPLE Imprimir E-mail

A revista SIPLE, pioneira no trabalho de difusão de produção científica e acadêmica na área de PLE, apresenta mais uma peça fundamental que contribuirá a calçar o infindo chão de reflexões teórico-metodológicas sobre o português como língua estrangeira em diversos contextos de ensino, no Brasil e fora das suas fronteiras.

Nesta edição, convidamos a professora Rosane de Sá Amado, da Universidade de São Paulo, para organizar um volume especial sobre o ensino de português para migrantes em situação de refúgio. A nomenclatura e a especificidade fazem-se necessárias, conforme veremos nos artigos a seguir, e esse fenômeno social nos impulsiona a questionar e (re) pensar sobre mais uma faceta do complexo tecido que configura o ensinar e o aprender línguas, a princípio, tidas como estrangeiras.

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Língua de Acolhimento: uma experiência no Brasil Imprimir E-mail

Resumo:

O ensino de Português como Língua Estrangeira (PLE) no Brasil, assim como a sociedade brasileira, vem sofrendo mudanças. Enfrentamos o crescente número de pedidos de refúgio e favorecer o aprendizado da língua deve ser a primeira ação de acolhimento. Este artigo apresenta resultados de pesquisa de doutoramento inserida em curso para imigrantes e refugiados na Universidade de Brasília e a (des)(re)construção do conceito de língua, a que chamamos de língua de acolhimento.

Palavras-chave: língua de acolhimento; refúgio, imigrantes.

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O Ensino de Língua Portuguesa para Imigrantes e Refugiados como Política Pública Imprimir E-mail

Resumo:

O artigo apresenta a reflexão de duas professoras a partir de suas experiências em turmas do curso de Língua Portuguesa e Cultura Brasileira para Estrangeiros e Refugiados, oferecido pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec – em parceria com a Prefeitura de São Paulo, em 2016. Além de apresentar o panorama crítico da institucionalização dessa política pública pioneira, o artigo traz relatos das professoras de experiências em sala de aula que servem à reflexão sobre o imaginário relativo ao processo de ensino-aprendizagem do português, e seu papel como língua de acolhimento para a integração social. O artigo discute a formação dos docentes para esse curso específico e busca trazer contribuições para a continuidade dessa política pública.

Palavras-chave: Imigrantes e Refugiados, Português Língua de Acolhimento, Política Linguística.

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Iniciativas Jurídicas e Acadêmica¬s Brasileiras para o Acolhimento de Imigrantes Deslocados Forçados Imprimir E-mail

Resumo:

O Brasil figura como país receptor de vítimas da chamada migração de crise (CLOCHARD, 2007; SANTOS, 2014). De 2010 a 2017, foram reconhecidos 10.145 refugiados no país (CONARE, 2018), representantes de cerca de 80 nacionalidades diferentes. A população haitiana reconhecida no Brasil, por sua vez, pode chegar a 85 mil habitantes (MJSP, 2016). É sobre essa conjuntura que se detém o presente artigo, que, inicialmente, traça um panorama dos principais marcos na legislação brasileira concernentes aos deslocados forçados. Em seguida, são elencadas iniciativas de diferentes instituições de ensino superior referentes à especialidade que tem sido denominada Português como Língua de Acolhimentoe a outras ações de ensino, pesquisa e extensão, além de medidas voltadas para o acesso a essas instituições por parte dos imigrantes e para a validação de seus diplomas. Destaca-se que ações como essas, em conjunto com a educação do entorno, podem contribuir sobremaneira para o empoderamento desses grupos minoritarizados (MAHER, 2007).

Palavra-chave: migração de crise; deslocados forçados; legislação brasileira; Instituições de Ensino Superior; Português como Língua de Acolhimento.

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Uma Reflexão sobre o Ensino de Português como Língua de Acolhimento em Contexto Informal numa Pedagogia Interculturalista Imprimir E-mail

Resumo:

Ao afirmar que “o homem não é uma ilha. É comunicação”, Freire (1979, p. 14) nos leva a refletir acerca da estreita relação entre a busca e a comunhão no processo de ensino/aprendizagem.  Nesse sentido, um olhar atento sobre a identidade ética e cultural dos estudantes se faz absolutamente necessário para a busca de estratégias no ensino. Esse artigo se propõe a discutir um dos problemas que se apresentam no ensino do Português como Língua de Acolhimento (PLAc) que é o desconhecimento dos professores, voluntários de diversas Organizações Não Governamentais, das abordagens e metodologias.

Palavras-chave: ensino/aprendizagem; português língua estrangeira; refugiados

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