Skip to content

Green color

    Increase font size  Decrease font size  Default font size  Skip to content
Edição 9


Apresentação Edição Especial SIPLE Imprimir E-mail
Escrito por Rosane de Sá Amado (Organizadora), Fidel Armando Cañas Chávez (Editor) e José Carlos Paes de Almeida Filho (Editor-chefe)   

A revista SIPLE, pioneira no trabalho de difusão de produção científica e acadêmica na área de PLE, apresenta mais uma peça fundamental que contribuirá a calçar o infindo chão de reflexões teórico-metodológicas sobre o português como língua estrangeira em diversos contextos de ensino, no Brasil e fora das suas fronteiras.

Nesta edição, convidamos a professora Rosane de Sá Amado, da Universidade de São Paulo, para organizar um volume especial sobre o ensino de português para migrantes em situação de refúgio. A nomenclatura e a especificidade fazem-se necessárias, conforme veremos nos artigos a seguir, e esse fenômeno social nos impulsiona a questionar e (re) pensar sobre mais uma faceta do complexo tecido que configura o ensinar e o aprender línguas, a princípio, tidas como estrangeiras.

Leia mais...
 
Língua de Acolhimento: uma experiência no Brasil Imprimir E-mail
Escrito por Mirelle Amaral de São Bernardo - Instituto Federal Goiano – Campus Ceres   

Resumo:

O ensino de Português como Língua Estrangeira (PLE) no Brasil, assim como a sociedade brasileira, vem sofrendo mudanças. Enfrentamos o crescente número de pedidos de refúgio e favorecer o aprendizado da língua deve ser a primeira ação de acolhimento. Este artigo apresenta resultados de pesquisa de doutoramento inserida em curso para imigrantes e refugiados na Universidade de Brasília e a (des)(re)construção do conceito de língua, a que chamamos de língua de acolhimento.

Palavras-chave: língua de acolhimento; refúgio, imigrantes.

Leia mais...
 
O Ensino de Língua Portuguesa para Imigrantes e Refugiados como Política Pública Imprimir E-mail
Escrito por Mariana Jafet Cestari (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais), Angela Teodoro Grillo (Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP) e Universidade Federal da Bahia)   

Resumo:

O artigo apresenta a reflexão de duas professoras a partir de suas experiências em turmas do curso de Língua Portuguesa e Cultura Brasileira para Estrangeiros e Refugiados, oferecido pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec – em parceria com a Prefeitura de São Paulo, em 2016. Além de apresentar o panorama crítico da institucionalização dessa política pública pioneira, o artigo traz relatos das professoras de experiências em sala de aula que servem à reflexão sobre o imaginário relativo ao processo de ensino-aprendizagem do português, e seu papel como língua de acolhimento para a integração social. O artigo discute a formação dos docentes para esse curso específico e busca trazer contribuições para a continuidade dessa política pública.

Palavras-chave: Imigrantes e Refugiados, Português Língua de Acolhimento, Política Linguística.

Leia mais...
 
Iniciativas Jurídicas e Acadêmica¬s Brasileiras para o Acolhimento de Imigrantes Deslocados Forçados Imprimir E-mail
Escrito por Ana Paula de Araújo Lopez Departamento de Letras, Artes e Cultura – Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Leandro Rodrigues Alves Diniz Faculdade de Letras – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)   

Resumo:

O Brasil figura como país receptor de vítimas da chamada migração de crise (CLOCHARD, 2007; SANTOS, 2014). De 2010 a 2017, foram reconhecidos 10.145 refugiados no país (CONARE, 2018), representantes de cerca de 80 nacionalidades diferentes. A população haitiana reconhecida no Brasil, por sua vez, pode chegar a 85 mil habitantes (MJSP, 2016). É sobre essa conjuntura que se detém o presente artigo, que, inicialmente, traça um panorama dos principais marcos na legislação brasileira concernentes aos deslocados forçados. Em seguida, são elencadas iniciativas de diferentes instituições de ensino superior referentes à especialidade que tem sido denominada Português como Língua de Acolhimentoe a outras ações de ensino, pesquisa e extensão, além de medidas voltadas para o acesso a essas instituições por parte dos imigrantes e para a validação de seus diplomas. Destaca-se que ações como essas, em conjunto com a educação do entorno, podem contribuir sobremaneira para o empoderamento desses grupos minoritarizados (MAHER, 2007).

Palavra-chave: migração de crise; deslocados forçados; legislação brasileira; Instituições de Ensino Superior; Português como Língua de Acolhimento.

Leia mais...
 
Uma Reflexão sobre o Ensino de Português como Língua de Acolhimento em Contexto Informal numa Pedagogia Interculturalista Imprimir E-mail
Escrito por Giselda Fernanda Pereira - Universidade Presbiteriana Mackenzie   

Resumo:

Ao afirmar que “o homem não é uma ilha. É comunicação”, Freire (1979, p. 14) nos leva a refletir acerca da estreita relação entre a busca e a comunhão no processo de ensino/aprendizagem.  Nesse sentido, um olhar atento sobre a identidade ética e cultural dos estudantes se faz absolutamente necessário para a busca de estratégias no ensino. Esse artigo se propõe a discutir um dos problemas que se apresentam no ensino do Português como Língua de Acolhimento (PLAc) que é o desconhecimento dos professores, voluntários de diversas Organizações Não Governamentais, das abordagens e metodologias.

Palavras-chave: ensino/aprendizagem; português língua estrangeira; refugiados

Leia mais...
 
O Imigrante Refugiado no Contato com a Língua Portuguesa do Brasil: uma Análise Discursiva sobre sua Relação com a Língua de Acolhimento Imprimir E-mail
Escrito por Sabrina Sant’Anna Rizental - Pós-Graduação – Universidade Estadual de Campinas   

Resumo:

O presente trabalho tem como objetivo problematizar a designação Língua de Acolhimento, propondo reflexões sobre os dizeres que produzem efeitos de sentidos sobre os imigrantes refugiados na relação com a língua dita como um dos elementos atuantes no processo de integração deste estrangeiro na sociedade do país que o acolhe, neste caso o Brasil. Esta análise se baseia na noção de interdiscurso, fundamentada nos estudos de Michel Pêcheux (2014[1988]), e no conceito de descentramento do sujeito apresentado pelo sociólogo Stuart Hall (2005), sugerindo um diálogo para pensar sobre os efeitos que comparecem na relação do estudante estrangeiro, que se encontra na condição de imigrante refugiado, com a língua do outro, aquele que o recebe. As análises serão feitas a partir de situações vivenciadas nas condições de produção de uma sala de aula onde se ensina o português do Brasil para estes estrangeiros.

Palavras-chave: Língua de Acolhimento; Imigrantes Refugiados; Efeitos de Sentidos.

Leia mais...
 
Aprendizagem de uma segunda língua e identidades: uma abordagem discursiva das identidades de haitianos aprendentes do português como língua acolhimento Imprimir E-mail
Escrito por Denilson Silva (UEPA/Pós-Graduação USP) e Rosane de Sá Amado (USP)   

Resumo:

Este trabalho tem como objetivo analisar discursivamente, as identidades construídas por quatro haitianos que vieram para cursar o ensino superior no Brasil. Para tal, lançamos mão de uma abordagem dialógica dos estudos do discurso, bem como de reflexões dos Estudos Culturais e de outros autores das ciências humanas sobre as identidades. Também, partimos do princípio de que há uma forte relação entre a aprendizagem de uma nova língua e as questões identitárias no processo de acolhimento. Os sujeitos do discurso mostraram, a princípio, um desejo de conhecer o Brasil pela imagem que já tinham de uma “identidade brasileira”. Entretanto, ao longo do processo de aprendizagem, observaram a complexidade das identidades brasileiras reveladas por meio de choques culturais e da diversidade cultural e linguística do país.

Palavras-chave: Discurso, Identidades, Aprendizagem, Diversidade Cultural, Língua de Acolhimento.

Leia mais...
 
A Estruturação do Curso de Português Língua de Acolhimento do Centro Zanmi – Realidades, Perspectivas e Desafios Imprimir E-mail
Escrito por Rômulo Francisco de Souza - Pós-doc - Universidade de São Paulo   

Resumo:

Nossa participação na estruturação do curso de Português Língua de Acolhimento (PLAc) do Centro Zanmi (Belo Horizonte) trouxe-nos uma série de reflexões e desafios, os quais compartilhamos e discutimos neste artigo. A problemática que enfrentamos, nessa tarefa, gira em torno de questões como: a rotatividade de professores; a evasão e a situação de carência e de vulnerabilidade social dos alunos; a insuficiência de recursos financeiros para a manutenção do curso; a escassez de material didático adequado ao seu público-alvo, ou seja, migrantes e refugiados; entre outras. Frente a essa problemática, pelo menos três aspectos referentes à elaboração do curso apresentaram-se viáveis e potencialmente produtivos: a opção por níveis com carga horária bimestral; a utilização de estratégias de gamificação; e a preferência pela produção de material didático, em detrimento ao consumo de livros de prateleira de Português Língua Estrangeira. Essa preferência sinaliza nossa proposta de orientar o curso por uma perspectiva pós-método. 

Palavras-chave: Português Língua de Acolhimento; Centro Zanmi; refugiados

Leia mais...
 


Pesquisar